Kenren organiza 1º Encontro dos Kenjinkais

Eiki Shimabukuro e Toshio Ichikawa intuito é sair do Encontro com metas definidas – Aldo Shiguti

Preocupada com o seu futuro e dos Kenjinkais, a Kenren (Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil) realiza, neste final de semana (16 e 17), no Hotel Terras Altas, em Itapecerica da Serra (SP), o 1º Encontro do Kenjinkais. Com o tema: “Unidos pelo Futuro”, o evento tem como objetivo analisar os problemas atuais, discutir e propor soluções relativos à entidade e aos kenjinkais.

De acordo com o presidente da Kenren, Tochio Ichikawa, a ideia é antiga e veio amadurecendo nos últimos meses. “Apresentamos o projeto, com orçamento, e todos concordaram”, explica Ichikawa, que em março deixa a presidência da Kenren.

O passo seguinte foi montar uma equipe de preparação, formada pelo próprio Tochio Ichikawa, de Toyama; por Eiki Shimabukuro (Okinawa); Odinete Keiko Nagayama (Ehime); Minoru Nishiyama (Saga); Carlos Abe (Akita); Lina Bessan (Oita); Neuza Shirata (Gunma) e Alfredo Ohmachi (Akita), entre outros.

A ideia é dividir os participantes em dois grupos, sendo que o “G1 “discutirá as questões relativas à Kenren, e do “G2” ao “G8” abordarão os assuntos ligados à revitalização dos kenjinkais.

Segundo Ichikawa, esta primeira edição recebeu pouco mais de 60 inscrições (foram aceitos, no máximo, duas pessoas por kenjinkai) com média de idade “interessante”, abaixo dos 40 anos. Para facilitar o entendimento, Tochio explica foram preperados materiais de apoio como cadernos de trabalho com o evento realizado em 2016, em Santos, e com o Memorando de Cooperação “Unidos pelo Futuro” assinado recentemente pela Jica (Japan International Agency Cooperation)  com três importantes organizações da comunidade nipo-brasileira em São Paulo: a Sociedade Brasileira de Cultura Japoensa e de Assistência Social (Bunkyo), a Beneficência Nipo-Brasileira de Sâo Paulo (Enkyo) e a Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil (Kenren).

Ichikawa destaca que o intuito é sair do encontro com uma proposta “do que fazer e como fazer”. “Será a primeira vez que vamos sentar para falar sobre o assunto. Será uma ótima oportunidade para os associados, em especial os mais jovens, refletirem sobre o papel não só dos kenjinkais como como também da Kenren”, conta Eiki Shimabukuro.

(Aldo Shiguti)

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