Deputada Rosana Valle quer trazer para o Brasil projeto antienchente do Japão

Deputada Rosana Valle, que participa do programa Juntos

A deputada federal Rosana Valle (PL-SP) está no Japão para uma série de compromissos oficiais, incluindo uma visita técnica ao Canal Subterrâneo de Escoamento da Área Metropolitana, em Tóquio.  Ela foi convidada pelo governo japonês para participar do programa Juntos ao lado dos deputados federais Túlio Gadelha (Rede-PE) e Pedro Aihara (Patriota-MG) e dos senadores Nelson Trad Filho (PTB-MS) e Leila Barros (PDT-DF).  

Segundo Rosana, “existe a real possibilidade de a tecnologia japonesa de combate à cheias ser executada no Brasil, o que poderia colocar um ponto final no sem-número de catástrofes que ocorre em várias partes do estado em decorrência, muitas vezes, da ausência de projetos estruturais de grande porte”.

Ela citou como exemplo o protocolo de intenções assinado no dia 14 de março entre o governador de SP, Tarcísio de Freitas, e a Jica (Japan International Cooperation Agency), para renovar a parceria entre o governo paulista e a agência de cooperação do Japão. Válido por cinco anos, o acordo possibilita uma colaboração mútua, técnica e financeira na execução de projetos de saneamento básico de energia no estado, além de medidas contra mudanças climáticas e a prevenção a desastres.

“Nosso objetivo é trazer esse modelo para o Brasil. Graças à parceria entre o Estado e a agência de fomento japonesa, temos a oportunidade de acabar com esse problema histórico, por meio de um sistema robusto e tecnológico de prevenção a enchentes. Por isso, vou conhecer de perto, em Tóquio, essa grande obra e lutar para a sua implantação na Baixada Santista e no Litoral Norte”, defende a parlamentar, que está em seu segundo mandato.  

Projeto Macrodrenagem de Tóquio 6,3 quilômetros de túneis

O canal subterrâneo que Rosana vai visitar em Tóquio fica a 22 metros de profundidade e abarca um sistema de 6,3 quilômetros de túneis e câmaras cilíndricas que protegem o norte de Tóquio de inundações. Avaliado em US$ 2 bilhões, o moderno canal foi concluído em 2006, sendo a maior instalação para o controle de fluxo de água do mundo.  

(Aldo Shiguti)

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